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Autoridades debatem intensificação do trabalho de combate ao Aedes aegypti

Atualmente, o CCZ atua com base no último LIRAa (Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti), com o trabalho de visitas domiciliares e outras ações mais intensas de combate.

Gestores da Vigilância em Saúde e do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) se reuniram na tarde desta sexta-feira (26) com o secretário municipal de Saúde, Abdu Neme, para debater o reforço nos trabalhos de prevenção e combate ao Aedes aegypti, transmissor de doenças, como: Chikungunya, Dengue e Zika. Na reunião, ocorrida no gabinete do secretário, foram discutidas estratégias para implementar maior ofensiva nas ações, em função do avanço para o quadro de “período endêmico” observado nas últimas semanas, com o aumento de casos de Chikungunya.
— Trata-se de um quadro sazonal, normalmente observado depois do Carnaval, porque no verão, além do calor, também temos muita chuva, que favorece a proliferação do mosquito Aedes aegypti, que dissemina as três doenças. Desta vez, temos o agravamento no caso da Chikungunya e devemos concentrar ações bem ordenadas para reverter esse quadro — observa a diretora de Vigilância em Saúde, Andréya Moreira.
O secretário buscou detalhes de toda a estrutura que vem sendo utilizada nos trabalhos e vai analisar a possibilidade de reforço material e de pessoal. Também destacou a importância de envolver não apenas a estrutura dos órgãos municipais, como Limpeza Pública e setor de Postura, mas também os diversos segmentos da sociedade para ajudar na propagação da ideia de combate ao mosquito.
— Todos têm que estar engajados: sociedade civil, envolvendo os clubes de serviço, entidades religiosas, imprensa, enfim, um grande esforço conjunto para combater o mosquito, que causa um estrago enorme. Estamos confiantes de que com a união de todos, vamos vencer essa batalha — enfatiza Abdu Neme.
Atualmente, o CCZ atua com base no último LIRAa (Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti), com o trabalho de visitas domiciliares e outras ações mais intensas de combate. De acordo com o Ministério da Saúde, o novo LIRAa será realizado durante a segunda semana se maio, para nortear as ações contra o vetor. Somente este ano, são cerca de 2 mil casos de Chikungunya, sendo 478 somente em abril, que não terminou.
— Não apenas com base no LIRAa, mas também nos índices de casos de Chikungunya, estamos intensificando as ações nos bairros e distritos, como no caso de Travessão, que lidera o número de casos nas últimas semanas. O Parque Guarus e o Eldorado também registram muitos casos e estão recebendo atenção especial. Em uma ação no km 8, em Guarus, recolhemos centenas de pneus, potenciais focos do mosquito — explica o diretor do CCZ, Marcelo Sales.
Por: Supcom

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