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Moradores do interior prejudicados com falta de ônibus fazem protesto e recorrem aos vereadores de Campos

Em Balança Rangel a PM teve que intervir

O Decreto publicado pelo prefeito Rafael Diniz no início desta semana com alterações no sistema do transporte coletivo não melhorou o quadro crítico que já perdurava desde o início da implantação do sistema alimentador.

No bojo do Decreto conta o fim de cinco linhas de ônibus distritais. Moradores de localidades do interior de Campos,  como em Pernambuca, Santa Anna, Balança Rangel, essas duas últimas  localidades no distrito de Travessão de Campos, dentre outros reclamam que estão sendo discriminados pelo poder público e recorrem aos vereadores, já que alegam não receberem atenção do IMTT (Instituto Municipal de Trânsito e Transportes). Eles alegam que a única forma de serem atendidos é fazer barreira de fogo na BR-101 no distrito de Travessão.

Manifestações – Prejudicados com a retirada dos ônibus, moradores das localidades de Pernambuca, Pau Funcho e Santa Rita de Lagoa de Cima, no distrito de Ibitioca, paralisaram a BR-101 por várias horas nesta quinta-feira (5).

Membros da comissão de moradores dos distritos da região Norte, usuários do transporte coletivo que estiveram na terça-feira (03) no IMTT, disseram nesta quinta-feira (05) que não acreditam mais na credibilidade do órgão.

Moradores se dizem prejudicados e sem atenção do poder público

“Estivemos pacificamente no IMTT para falar com o presidente Felipe Quintanilha sobre as dificuldades e transtornos que estamos tendo em todas localidades que ficaram sem os ônibus. Quem nos recebeu foi o vice-presidente, o Acyr Lima Bueno. Argumentamos que temos as vans no interior de Travessão, mas elas são baixas, não conseguem passar em todos os buracos porque batem o fundo no chão; elas não cabem todos os passageiros nos horários de pico da manhã e da noite. Além disso, as vans têm muitas dificuldades de trafegar nas estradas esburacadas”, destaca Suellem Pinheiro, moradora de Santa Anna, localidade do distrito de Travessão de Campos.

Outras dificuldades enfrentadas pelos agricultores familiares
Os pequenos agricultores não tem carro. Eles precisam levar para a cidade as sacolas com seus produtos (aipim, abóbora, banana, milho verde) para venderem na Feira da Roça e sustentarem suas famílias.

“As vans são uteis porque são mais rápidas, os motoristas são legais, mas elas não tem nem espaço nem condições de receber o peso extra das bagagens; por isso, na reunião no IMTT, dos 16 itens que reivindicamos, um deles é a necessidade de termos horários intercalados com ônibus e vans, principalmente pela manhã e à noite”, sugere Suellem.

Da Redação

Da Redação

Fotos: Leitor

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