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Operação “Manatti” prende cinco suspeitos com envolvimento com tráfico de drogas em SFI

Foto: Inter TV

O Ministério Público do Rio de Janeiro, em parceria com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e com apoio das polícias Civil e Militar, deflarou na manhã desta quinta-feira (8), em São Francisco de Itabapoana, a operação “Manatti”. A ação teve com objetivo cumprir oito mandados de prisão contra suspeitos denunciados por tráfico de drogas, sob influência da facção criminosa Terceiro Comando Puro (TCP).

Até o momento, seis mandados foram cumpridos. Cinco pessoas foram encaminhadas para a 147ª Delegacia de Polícia (SFI). Um dos suspeitos já estava encarcerado, desde o último domingo (4), por cárcere privado e agressão à companheira.

Dois outros envolvidos não localizados, oficialmente são considerados foragidos da Justiça. A denúncia aponta fatos ocorridos em 2019, em que foram encontradas maconha e cocaína, além de dinheiro em espécie, frutos do comércio ilegal de tais substâncias. O que chamou atenção da Polícia foi o forte esquema de monitoramento nos endereços dos suspeitos.

De acordo com MP, as investigações duraram cerca de sete meses. A partir de escutas telefônicas autorizadas pelo Poder Judiciário, ativas por quatro meses, acabou-se por desvendar a existência de um grande grupo criminoso, dedicado à prática de crimes como tráfico de drogas, associação para o tráfico, homicídios e roubos, entre outros.

A organização, de acordo com as investigações,  era chefiada por Claudenir Magalhães Pinto (vulgo ‘Doidão’), que atuava na área de Santa Clara, além de Luan Gomes de Oliveira e Mara Lucia Rodrigues da Silva, que comandavam o grupo na localidade de Gargaú. O trio foi preso.

Segundo ainda o MP, as drogas eram distribuídas a todo o grupo, para que fossem alocadas nas ‘bocas de fumo’ e comercializadas. O produto da venda beneficiava a todos os integrantes, uma vez que os lucros com as vendas dos materiais eram repartidos entre eles.

Diante do exposto, o MP apresentou a denúncia e pediu a condenação dos três líderes da organização criminosa, incursos nas penas dos artigos 33, caput e 35, ambos c/c artigo 40, VI, da Lei 11.343/2006, na forma do artigo 69 do Código Penal e ainda c/c artigo 62, I, do CP. Os demais denunciados estão incursos nas penas dos artigos 33, caput e 35, ambos c/c artigo 40, VI, da Lei 11.343/2006, também na forma do artigo 69 do CP.

Por: Sandra Santos
Fonte: Ascom/MPRJ

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