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Situação de moradores de rua foi pauta de reunião do Centro Integrado de Segurança Pública de Campos.

Responsáveis do Centro Integrado de Segurança Pública de Campos dos Goytacazes, juntamente com o comandante do 8°BPM se reuniram nessa terça-feira (14/05) com representantes da sociedade civil organizada, igreja católica, Guarda Civil Municipal, Secretaria de Assistência Social, Secretaria de Ordem Pública e Gabinete do Prefeito para tratar de pauta relativa à população de rua em situação de vulnerabilidade.

Quase que diariamente, pessoas do município ou de outros Estados, que por motivos diversos acabam permanecendo nas ruas se envolvem em brigas e confusões nas ruas de Campos. Morando em locais, alheios ou em obras inacabadas, ou até mesmo em praças, em muitos casos o consumo de drogas é comum.

Na semana passada , um jovem de 24 anos deu entrada no Hospital ferreira Machado vítima de agressão. O agressor? um também morador de rua. Preocupados com a situação, a reunião aconteceu para unir ideias e que poderão ser colocadas em prática.

O município atende moradores de rua em um abrigo no Centro da Cidade. Dando roupa, alimentação e em casos de maior necessidade , pernoites. Os moradores de outras Regiões e Estados recebem a passagem para retornar à casa. Mas Muitos deles, segundo a Prefeitura preferem em permanecer.

A equipe do JN Notícias em Foco, conversou com o jovem agredido e, segundo ele, que estava acompanhado de um outro morador de rua, não encontrou vaga no abrigo municipal. Por isso, continua nas ruas de Campos. “Eu vim de Italva em busca de trabalho, com apenas R$ 100 mas, não encontrei. O dinheiro acabou e não tive como voltar. Fui ao abrigo e me informaram que estava sem vaga”, disse ele. Quanto a agressão em que foi vítima, ele disse que havia se desentendido com outro morador e o motivo , não se lembrava.

O outro contou que seria artesã e seria oriundo do Espirito Santo. Com alguns trocados nas mãos ele disse que havia comprado comida e aquele dinheiro seria para sua passagem de volta. “Vim para vender minha arte mas, não deu certo. Acabei mexendo até no dinheiro de volta. Hoje vivo nas ruas com  o pouco que vendo. Durmo no relento e também não consegui ser atendido pelo casa abrigo”, contou o homem de 33 anos.

Mais informações a qualquer momento.

Por: Sandra Santos

 

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